Investigador do INESC TEC, António Pinto, é o novo Diretor da Escola Superior de Tecnologia e Gestão da UTP

Num ano em que o Ensino Superior passa por mudanças consideráveis, como a mudança de Institutos Politécnicos para Universidades Técnicas, um pouco por todo o país, o investigador do INESC TEC, António Pinto, assume uma posição de relevo ao ser nomeado Diretor da Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTG) da Universidade Técnica do Porto (UTP – anteriormente Instituto Politécnico do Porto).

A cerimónia de tomada de posse aconteceu no início do mês com a presença do Ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, e António Pinto, acredita ter pela frente um período “muito exigente para a UTP, para a ESTG e para todos aqueles que fazem parte da nossa comunidade, nomeadamente docentes, investigadores, técnicos, administrativos e demais pessoal não docente”. Mas se os tempos de mudança são complexos, para António Pinto são também “tempos de oportunidade”. “Acredito que iremos aproveitar esta oportunidade para solidificar e melhorar a nossa capacidade de ensino e investigação”, garante.

O papel preponderante da ESTG no tecido económico da região é inegável e estende-se à Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, com autarquias, associações, centros empresariais e demais entidades públicas e privadas da região. O novo diretor da Escola Superior está, por isso, convicto de que “a ESTG tem disponibilizado oferta formativa em vários dos concelhos da região, no sentido de dotar o tecido empresarial de recursos humanos com formação especializada”. Por outro lado, refere: “temos concretizado de forma recorrente projetos de inovação, de investigação e de desenvolvimento para e com esse mesmo tecido empresarial e a intenção é reforçar ambas as iniciativas, nomeadamente criar e participar em novos projetos de I&D e de inovação”.

António Pinto olha agora para o futuro com duas palavras em mente: compromisso e crescimento. “Compromisso com a UTP, apoiando-a na realização da sua visão e missão, em particular na nossa área geográfica, a região do Tâmega e Sousa. Já quanto ao crescimento, vejo-o como um objetivo de curto/médio prazo e vou trabalhar para que este aconteça a todos os níveis: instalações, condições, pessoas e oferta formativa.”

Sobre a experiência que leva na bagagem, guarda a certeza de que o trabalho no INESC TEC “reforçou a crença na importância e na relevância que as atividades de I&D têm na sustentabilidade e no crescimento das empresas e das instituições de ensino superior”. “Este é, por isso, um pilar a fortalecer na ESTG”, conclui.

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